
É hoje o dia do maior clássico de futebol do planeta BRASIL X ARGENTINA,vai ser a reedição da batalha de rosário na copa de 1978,copa que o Brasil saiu invicto e como campeão moral ja que essa copa foi toda forjada para os nossos vizinhos nada de los hermanos,chega de chama-los assim,esse nome é pra mim de uma banda chata cheia de barbudos que curtem ninfetas .Espero que o confronto de hoje não seja tão violento como foi no ano de 1978,varias entradas violentas com direito a tapa na cara de argentino,Chicão foi o autor dessa façanha inesquecivel para quem viu ao vivo ou nas filmagens,admito que é um sonho meu tapa na cara de um deles com o estádio todo lotado a favor deles...
O resultado para mim sem bairrismo é vitoria brasileira com direito a confusão durante a partida.A baixo um pouco da historia desse classico que é sem duvida alguma o maior do futebol mundial
1914: Brasil recebido com rosas Atualmente, pode parecer inacreditável. Mas no início a cordialidade existia no duelo. O ano de 1914 marca o primeiro duelo entre os dois países. O Brasil desembarcou em Buenos Aires e os jogadores foram recebidos com flores pelos argentinos. A seleção perdeu o amistoso por 3 a 0, naquele que é considerado o primeiro jogo oficial do Brasil contra um outro país. Uma semana depois, o Brasil disputou contra os argentinos a Copa Roca. Rubens Salles fez 1 a 0 para a seleção, em um chute de fora da área. No segundo tempo, o argentino Roberto Leonardi usou a mão para dominar a bola e fez o que seria o gol de empate. O juiz brasileiro Alberto Borgerth validou o lance. Mas nenhum argentino comemorou. O capitão Gallup Lanus foi até o árbitro avisar que o gol foi irregular. Bons tempos. No fim, o Brasil venceu por 1 a 0 e conquistou a taça.
1937: os brasileiros viraram macaquitos Não demorou muito para a rivalidade começar a tomar conta do duelo. Foi o que se viu na decisão do Sul-Americano de 1937, em Buenos Aires. A capital argentina estava no auge do desenvolvimento e era apontada como a cidade mais importante da América do Sul. Os argentinos consideravam os brasileiros inferiores. No estádio, 82 mil pessoas que xingavam os brasileiros de “macaquitos”. A final foi dura. O atacante Tim saiu de campo machucado. Assim como Cardeal, que deixou o gramado na maca. O zagueiro Jaí fraturou o ombro. A partida terminou 0 a 0, mas na prorrogação os argentinos venceram por 2 a 0 e ficaram com o título. Os brasileiros tentaram abandonar o campo antes do fim da prorrogação ao reclamarem da validade de um dos gols e do clima de guerra. Mas encontraram o vestiário trancado. Por muitos anos, a imprensa brasileira classificou a partida de "jogo da vergonha".
1946: a guerra mais dolorosa Final do Sul-Americano de 1946, novamente em Buenos Aires. A rivalidade e o clima nada amistoso nas partidas entre os dois países estava no auge. Três meses antes da partida, Ademir Menezes fraturou a perna do zagueiro argentino José Batagliero em uma dividida de bola. Pior, o Brasil havia goleado por 6 a 2, em São Januário. Os argentinos queriam vingança. O técnico Flávio Costa resolve não arriscar e deixa Ademir na reserva. Momentos antes da partida, Batagliero desfilou de maca em volta do campo. O clima ficou hostil, com os torcedores argentinos gritando “mira! mira!” (olha! olha!), como uma acusação contra os brasileiros.
O jogo começou e a violência não demorou a imperar. O capitão José Salomon e o brasileiro Jair da Rosa Pinto foram dividir uma bola e o argentino levou a pior. No choque, ele sofreu uma fratura dupla: tíbia e perônio. Começou uma briga generalizada. Jair corre para o vestiário. Chico, que vivia sendo expulso nos duelos contra os argentinos, levou um chute pelas costas e caiu no chão. Centenas de torcedores invadiram o campo. Após muito tempo, mesmo com medo, os brasileiros foram obrigados a voltar para a partida. E, assustados, não fizeram a mínima questão de lutar pelo título. A Argentina fez 2 a 0, gols de Mendez, com facilidade. Por dez anos, Brasil e Argentina não se enfrentaram. As duas federações romperam relações após a partida. A Argentina se recusou a vir ao Brasil disputar o Sul-Americano de 1949 e a Copa do Mundo de 1950. A seleção também não aceitou disputar torneios na cada do rival.
1957: prazer, Pelé! O Brasil perdeu o duelo de 1957 válido pela Copa Roca, no Maracanã. Mas mesmo assim a partida é especial para os brasileiros. O jogo marcou a estreia de Pelé na seleção brasileira. O menino, de 16 anos, entrou no segundo tempo no lugar de Del Vecchio. E ele empatou a partida com um gol aos 32 minutos. Mas os argentinos venceram por 2 a 1, com um gol de Miguel Juarez pouco depois.
1978: a batalha de Rosário O jogo válido pela segunda fase da Copa do Mundo de 1978 foi tão violento que ficou conhecido como "a batalha de Rosário". O árbitro húngaro Karoly Palotai ignorava as entradas fortes dos argentinos. Os brasileiros passaram a responder na mesma moeda. Tudo sob os olhos do ditador argentino, o general Jorge Rafael Videla. O jogo só poderia terminar 0 a 0. Alguns dias depois, os brasileiros assistiram inconformados à estranha vitória da Argentina por 6 a 0 sobre o Peru. A seleção estava fora da final.
1982: Maradona não suporta o show brasileiro e acaba expulso
Na Copa do Mundo da Espanha veio a vingança brasileira. Com a bola no chão, Zico e companhia deram show no estádio Sarriá. A seleção abriu 3 a 0 com os gols de Zico, Serginho e Júnior. E colocava os argentinos na roda com uma ótima atuação de Sócrates e Falcão. O promissor Diego Maradona, então com 21 anos, perdeu a esportiva e deu um pontapé em Batista. Acabou expulso. E a Argentina acabou eliminada da Copa de 1982. Ramon Diaz marcou o gol de honra.
1989: Romário dá uma caneta em Maradona Bebeto e Romário tiveram uma atuação de gala. Fase final da Copa América e o Maracanã recebeu mais de 100 mil torcedores. O Brasil partiu para cima dos argentinos. Bebeto fez o primeiro gol em um lindo voleio após o passe de Romário. O Baixinho logo depois marcou o segundo após uma bobeira geral dos argentinos. Mas o momento mais comemorado da partida foi uma bola que Romário colocou entre as pernas de Maradona no meio-campo.
1990: derrota que marcou uma geração Brasil e Argentina se encontraram nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 1990. A seleção vivia um melhor momento, havia vencido os três jogos da primeira fase. Já os hermanos se classificaram apenas em terceiro lugar no seu grupo após perder para Camarões na estreia. O Brasil dominou toda a partida, colocou quatro bolas na trave. Mas em um momento de genialidade, Maradona acabou decidindo a partida. O craque argentino, que estava mal fisicamente, dominou a bola no meio-campo, driblou Dunga e deixou Caniggia na cara de Taffarel. O atacante driblou o goleiro e tocou suave para o fundo da rede. O jogo também ficou famoso pela suposta água batizada bebida pelo lateral-esquerdo Branco. Por quatro anos, aquela seleção ficou marcada negativamente como a “Era Dunga”. O volante só deu a volta por cima quatro anos depois.
2004: Adriano, o nascimento do carrasco O Brasil foi disputar a Copa América de 2004, no Peru, com o time reserva. Já a Argentina levou a força máxima. Os dois países se encontraram na final e os hermanos eram favoritos. Após um primeiro tempo muito disputado, o zagueiro Luisão teve que deixar o estádio na ambulância após desmaiar ao marcar o gol de empate brasileiro de cabeça e se chocar com um adversário. A Argentina fez 2 a 1 aos 42 minutos do segundo tempo. A derrota parecia certa. Os argentinos começaram a fazer cera, cair em campo. Carlos Tevez levou a bola para a bandeira de escanteio e ganhou quase dois minutos. Quando tudo parecia perdido, no último lance da partida, Diego jogou uma bola para a área, Adriano conseguiu dominar e virou. A bola entrou no canto de Abbondanzieri. Era o empate. Na disputa por pênaltis, Julio César pegou os pênaltis de D'Alessandro e Heinze, o Brasil venceu por 4 a 2 e levantou a taça.
2005: baile e samba na Alemanha Na final da Copa das Confederações de 2005, o Brasil dominou a Argentina e fez uma das melhores apresentações dos últimos anos. Adriano, o carrasco, fez dois gols. Kaká e Ronaldinho Gaúcho também deixaram os seus. No final, 4 a 1. E no fim da partida os jogadores da seleção brasileira começaram a sambar e cantar em campo em uma grande festa diante dos atônitos argentinos.
1937: os brasileiros viraram macaquitos Não demorou muito para a rivalidade começar a tomar conta do duelo. Foi o que se viu na decisão do Sul-Americano de 1937, em Buenos Aires. A capital argentina estava no auge do desenvolvimento e era apontada como a cidade mais importante da América do Sul. Os argentinos consideravam os brasileiros inferiores. No estádio, 82 mil pessoas que xingavam os brasileiros de “macaquitos”. A final foi dura. O atacante Tim saiu de campo machucado. Assim como Cardeal, que deixou o gramado na maca. O zagueiro Jaí fraturou o ombro. A partida terminou 0 a 0, mas na prorrogação os argentinos venceram por 2 a 0 e ficaram com o título. Os brasileiros tentaram abandonar o campo antes do fim da prorrogação ao reclamarem da validade de um dos gols e do clima de guerra. Mas encontraram o vestiário trancado. Por muitos anos, a imprensa brasileira classificou a partida de "jogo da vergonha".
1946: a guerra mais dolorosa Final do Sul-Americano de 1946, novamente em Buenos Aires. A rivalidade e o clima nada amistoso nas partidas entre os dois países estava no auge. Três meses antes da partida, Ademir Menezes fraturou a perna do zagueiro argentino José Batagliero em uma dividida de bola. Pior, o Brasil havia goleado por 6 a 2, em São Januário. Os argentinos queriam vingança. O técnico Flávio Costa resolve não arriscar e deixa Ademir na reserva. Momentos antes da partida, Batagliero desfilou de maca em volta do campo. O clima ficou hostil, com os torcedores argentinos gritando “mira! mira!” (olha! olha!), como uma acusação contra os brasileiros.
O jogo começou e a violência não demorou a imperar. O capitão José Salomon e o brasileiro Jair da Rosa Pinto foram dividir uma bola e o argentino levou a pior. No choque, ele sofreu uma fratura dupla: tíbia e perônio. Começou uma briga generalizada. Jair corre para o vestiário. Chico, que vivia sendo expulso nos duelos contra os argentinos, levou um chute pelas costas e caiu no chão. Centenas de torcedores invadiram o campo. Após muito tempo, mesmo com medo, os brasileiros foram obrigados a voltar para a partida. E, assustados, não fizeram a mínima questão de lutar pelo título. A Argentina fez 2 a 0, gols de Mendez, com facilidade. Por dez anos, Brasil e Argentina não se enfrentaram. As duas federações romperam relações após a partida. A Argentina se recusou a vir ao Brasil disputar o Sul-Americano de 1949 e a Copa do Mundo de 1950. A seleção também não aceitou disputar torneios na cada do rival.
1957: prazer, Pelé! O Brasil perdeu o duelo de 1957 válido pela Copa Roca, no Maracanã. Mas mesmo assim a partida é especial para os brasileiros. O jogo marcou a estreia de Pelé na seleção brasileira. O menino, de 16 anos, entrou no segundo tempo no lugar de Del Vecchio. E ele empatou a partida com um gol aos 32 minutos. Mas os argentinos venceram por 2 a 1, com um gol de Miguel Juarez pouco depois.
1978: a batalha de Rosário O jogo válido pela segunda fase da Copa do Mundo de 1978 foi tão violento que ficou conhecido como "a batalha de Rosário". O árbitro húngaro Karoly Palotai ignorava as entradas fortes dos argentinos. Os brasileiros passaram a responder na mesma moeda. Tudo sob os olhos do ditador argentino, o general Jorge Rafael Videla. O jogo só poderia terminar 0 a 0. Alguns dias depois, os brasileiros assistiram inconformados à estranha vitória da Argentina por 6 a 0 sobre o Peru. A seleção estava fora da final.
1982: Maradona não suporta o show brasileiro e acaba expulso
Na Copa do Mundo da Espanha veio a vingança brasileira. Com a bola no chão, Zico e companhia deram show no estádio Sarriá. A seleção abriu 3 a 0 com os gols de Zico, Serginho e Júnior. E colocava os argentinos na roda com uma ótima atuação de Sócrates e Falcão. O promissor Diego Maradona, então com 21 anos, perdeu a esportiva e deu um pontapé em Batista. Acabou expulso. E a Argentina acabou eliminada da Copa de 1982. Ramon Diaz marcou o gol de honra.
1989: Romário dá uma caneta em Maradona Bebeto e Romário tiveram uma atuação de gala. Fase final da Copa América e o Maracanã recebeu mais de 100 mil torcedores. O Brasil partiu para cima dos argentinos. Bebeto fez o primeiro gol em um lindo voleio após o passe de Romário. O Baixinho logo depois marcou o segundo após uma bobeira geral dos argentinos. Mas o momento mais comemorado da partida foi uma bola que Romário colocou entre as pernas de Maradona no meio-campo.
1990: derrota que marcou uma geração Brasil e Argentina se encontraram nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 1990. A seleção vivia um melhor momento, havia vencido os três jogos da primeira fase. Já os hermanos se classificaram apenas em terceiro lugar no seu grupo após perder para Camarões na estreia. O Brasil dominou toda a partida, colocou quatro bolas na trave. Mas em um momento de genialidade, Maradona acabou decidindo a partida. O craque argentino, que estava mal fisicamente, dominou a bola no meio-campo, driblou Dunga e deixou Caniggia na cara de Taffarel. O atacante driblou o goleiro e tocou suave para o fundo da rede. O jogo também ficou famoso pela suposta água batizada bebida pelo lateral-esquerdo Branco. Por quatro anos, aquela seleção ficou marcada negativamente como a “Era Dunga”. O volante só deu a volta por cima quatro anos depois.
2004: Adriano, o nascimento do carrasco O Brasil foi disputar a Copa América de 2004, no Peru, com o time reserva. Já a Argentina levou a força máxima. Os dois países se encontraram na final e os hermanos eram favoritos. Após um primeiro tempo muito disputado, o zagueiro Luisão teve que deixar o estádio na ambulância após desmaiar ao marcar o gol de empate brasileiro de cabeça e se chocar com um adversário. A Argentina fez 2 a 1 aos 42 minutos do segundo tempo. A derrota parecia certa. Os argentinos começaram a fazer cera, cair em campo. Carlos Tevez levou a bola para a bandeira de escanteio e ganhou quase dois minutos. Quando tudo parecia perdido, no último lance da partida, Diego jogou uma bola para a área, Adriano conseguiu dominar e virou. A bola entrou no canto de Abbondanzieri. Era o empate. Na disputa por pênaltis, Julio César pegou os pênaltis de D'Alessandro e Heinze, o Brasil venceu por 4 a 2 e levantou a taça.
2005: baile e samba na Alemanha Na final da Copa das Confederações de 2005, o Brasil dominou a Argentina e fez uma das melhores apresentações dos últimos anos. Adriano, o carrasco, fez dois gols. Kaká e Ronaldinho Gaúcho também deixaram os seus. No final, 4 a 1. E no fim da partida os jogadores da seleção brasileira começaram a sambar e cantar em campo em uma grande festa diante dos atônitos argentinos.

FERRO NELES BRASIL!!!

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